segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

CARLOS EDUARDO BEZERRA ALVES MAIA

Filho do Comandante Carlos Oswaldo Bezerra Alves Maia e Ângela Tavares Barbosa Alves Maia, neto da escritora Noêmia Bezerra Alves Maia.

Dia 18 de janeiro deste ano estará colando grau em Direito pela Universidade Católica de Pernambuco – UNICAP. A cerimônia acontecerá no Teatro do Centro de Convenções da UFPE.

O detalhe é que o Carlos Eduardo já está aprovado no Exame Nacional da OAB/PE, tendo feito o referido exame quando cursava o 9º período do Curso de Direito.

Seguindo a vocação do pai, também concluiu o Curso de Piloto Privado.

Parabéns ao formando, de inteligência privilegiada e a toda sua família, digna desta felicidade e alegria.

NOVOS SECRETÁRIOS NA PMG

O Prefeito Ozano Brito, no início de janeiro de 2011, substituiu alguns secretários da sua administração.

Entre estes destaco os amigos Ricardo Guerra para a Secretaria de Turismo, Josias Teles para assessor direto do Prefeito e José Eufrázio para a Secretaria do Governo.

Parabéns e sucesso para os mesmos.

AMY WINEHOUSE LEVA TOMBO EM RECIFE

A cantora inglesa, que fez show no mundo inteiro, esteve recentemente, no Recife numa de suas apresentações. Escorregou no palco onde se apresentava, sendo ajudada por um músico de sua banda.

Os assistentes aplaudiram e vaiaram. Desconfiada, recomeçou seu show. Muita gente achou que ela estava alcoolizada, o que aconteceu em outras praças.

LANÇAMENTO DA ANTOLOGIA DA ACADEMIA DE LETRAS E ARTES DE GRAVATÁ

Provavelmente será lançada a Antologia composta pelos membros da ALAG entre os meses de janeiro e fevereiro de 2011.

Também no início deste ano o Acadêmico Josias Teles assumirá a presidência desta entidade cultural.

ENTREVISTA - PERGUNTAS

O casal Fernando Araújo e Luciana Soares de Carvalho passaram o mês de Dezembro de 2010 percorrendo alguns países da Europa e há sempre uma curiosidade ao entrevistar pessoas que saem do Brasil e voltam. Por isso fiz a eles algumas perguntas que na próxima edição do Jornal Gazeta do Agreste serão publicadas. Abaixo relaciono as perguntas:

1 – Qual a curiosidade de vocês ao visitar alguns países da Europa?

2 – Entre os países que visitaram qual o que lhes despertou mais curiosidade?

3 – Entre o Brasil e a Europa qual a diferença que observaram, seja no aspecto social, cultural e econômico?

4 – Qual o tratamento que os europeus dispensam aos brasileiros?

5 – É verdade que os franceses são mal humorados, evitando dar informações aos brasileiros?

6 – Sobre a Inglaterra, especificamente Londres, qual o tratamento que eles dispensam?

7 – Vocês estiveram também na Escócia. O que fizeram lá e qual a cultura desse país, onde poucos conhecem a sua vida interior?

REVISTA ROTA 101 - EDITORIAL

Chegamos ao final de mais um ano e vivemos um momento de muita expectativa. Em janeiro, pela primeira vez na história do nosso país, teremos uma mulher na presidência. Claro que o fato de ser mulher não é motivo de preocupação, porque as mulheres têm desenvolvido papéis importantes quando ocupam cargos estratégicos, quer sejam em órgãos públicos, ou na iniciativa privada. Aliás, no mundo dos negócios elas estão tirando de letra. Nesta região, onde nossa rota atua, a revolução feminina acontece de forma dinâmica. O empreendedorismo das mulheres tem contribuído significativamente para o desenvolvimento. Elas têm se tornado parceiras de seus companheiros em quase todos os empreendimentos realizados. Já que começamos falando da mulher na presidência, não poderíamos deixar de citar outro fato histórico: a eleição de uma mulher como deputada eleita, que foi a professora Mary Gouveia, a qual representará também as mulheres da Mata Sul na Assembléia Legislativa. Finalmente nossa edição está em circulação apoiando e valorizando todos os seguimentos sócio-culturais e econômicos. Nossos agradecimentos aos colaboradores e parceiros por mais um projeto concluído.

Josias Teles

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

A CURA PARA A CEGUEIRA

Pesquisa conduzida na Alemanha devolve a visão a pacientes com retinose pigmentar com o implante de um chip em seus olhos. Segundo os autores do estudo, a tecnologia pode beneficiar pessoas com outras doenças oculares, como a degeneração macular

Aos 28 anos, o finlandês Mikka Terho, hoje com 44, foi diagnosticado com retinose pigmentar, condição genética que provoca a degeneração da retina, causando perda progressiva de visão, até a cegueira total. Em 2008, ele começou a sair da escuridão. Terho foi um dos 11 pacientes que participaram de um ensaio clínico na Alemanha para a implantação de um chip que reproduz o processo natural de captação e decodificação de imagens. Graças ao pequeno aparelho, ele hoje é capaz de identificar objetos, diferenciar um garfo de uma colher, ver as horas em um relógio e andar por um quarto sem esbarrar nos obstáculos.

“A melhor sensação que tive foi quando pude ver algo no centro do meu olho”, contou Terho ao jornal inglês The Independent. Inicialmente, ele só conseguia ver pontos, mas depois de implantar o chip no olho esquerdo, começou a identificar linhas horizontais e verticais, letras e, então, palavras inteiras. “Leva tempo até os olhos se ajustarem à nova realidade. Meu cérebro teve de se acostumar novamente a ler as mensagens; é como aprender a andar de novo, depois de ficar paraplégico”, comparou.

A cirurgia experimental à qual o finlandês se submeteu foi descrita na semana passada pelo jornal especializado Proceedings of the Royal Society B. Três dos 11 voluntários recuperaram parte da visão e, apesar de parecer pouco, é um número expressivo, considerando que todos os participantes estavam cegos havia pelo menos cinco anos. O sucesso da técnica estimulou o Hospital de Olhos de Oxford e o King’s College, em Londres, dois renomados centros de pesquisa médica, a adotar o mesmo procedimento. No ano que vem, entre seis a 12 pacientes vão receber implantes de retina na Inglaterra.

O implante, desenvolvido pela empresa alemã Retinal Implant AG e pela Universidade de Tuebingen, é apontado como revolucionário porque é a tecnologia mais avançada no combate aos efeitos da retinose pigmentar, condição que afeta uma em cada 4 mil pessoas em todo mundo. Ao contrário da prótese tradicional, chamada de implante epirretinal e que exige o uso de uma câmera acoplada aos óculos, o chip é fixado abaixo da própria retina e conectado a uma fonte de energia externa por um cabo. Graças à localização, o aparelho de 3mm substitui a função das células fotorreceptoras, permitindo que o processo visual ocorra de forma natural, como se a pessoa não fosse cega.

No artigo publicado no Proceedings of the Royal Society B, os pesquisadores descreveram a cirurgia que devolveu a visão a três pacientes – dois homens e uma mulher – completamente cegos. Os procedimentos aconteceram na Alemanha. “Um dos pacientes conseguiu identificar objetos colocados à frente dele e foi capaz de andar por uma sala sem ajuda. Ele também diferenciou sete tonalidades de cinza nove dias depois do implante”, contou ao Correio Braziliense/Diário o principal autor do estudo, Eberhart Zrenner, diretor do Retinal Implant AG e do Hospital de Olhos da Universidade de Tuebingen.

Futuro

“O resultado desse estudo piloto fornece provas robustas de que as funções visuais de pacientes que ficaram cegos devido a distrofias hereditárias de retina podem, em princípio, ter a visão restaurada em um grau suficiente para enfrentar os desafios do dia a dia”, afirma Zrenner. De acordo com ele, embora o implante tenha sido utilizado em pessoas com retinose pigmentar, é possível que a técnica também seja bem-sucedida para outros pacientes, que ficaram cegos por diversos motivos. “O que estamos mostrando é a próxima geração de aparelhos implantáveis. A tecnologia pode ser aplicável a qualquer um que tenha perdido a visão por causa da degeneração dos fotorreceptores, como por exemplo degenerações maculares relacionadas ao envelhecimento. Mas ainda há muitas perguntas, como quanto tempo o chip vai durar e como poderemos melhorá-lo”, reconhece Zrenner.

Para Mikka Terho, a cirurgia experimental, mesmo com limitações, foi um enorme sucesso. Cego desde 1992, ele foi o paciente mais beneficiado pelo implante. Quatro dias depois da operação, ele tirou os curativos e começou a enxergar sombras. “Então, pude ver as pessoas normalmente. Quando batia luz no meu olho esquerdo, eu via uma espécie de flash muito forte, algo que foi diminuindo dia após dia, e passei a enxergar cada vez melhor”, relatou em entrevista à rádio BBC.

O pesquisador Robert Wilke, que trabalha na Universidade de Tuebingen e participou dos estudos, disse ao Correio que, embora o resultado em Terho tenha sido o melhor, os outros dois pacientes também conseguiram muitos avanços. “Eles conseguem visualizar formas e objetos”, diz. “Esse projeto é absolutamente pioneiro e aprendemos muito durante o estudo. Quando começamos, cinco anos atrás, a tecnologia estava muito atrasada, então fomos melhorando passo a passo, até finalmente chegar ao ponto em que os pacientes cegos podiam voltar a ver e ler novamente. Isso foi incrível, não apenas para os pacientes, mas também para nós, pesquisadores”, diz.

Robert McLaren

Professor de oftalmologia da Universidade de Oxford, que vai liderar os ensaios clínicos na Inglaterra.


O artigo transcrito do Diario de Pernambuco para o meu blog, intitulado “A Cura para a Cegueira”, coincide com o meu problema visual, que tem a mesma síndrome, ou seja, Retinose Pigmentar avançada.

Apesar de ter ido por duas vezes à Clínica Sien Fuego de Havana, procurando a cura, não fui bem sucedido. Por isso, na qualidade de Jornalista sugeri a esse grupo de estudiosos a permissão para fazer parte dos voluntários para as experiências.

Ricardo Carvalho

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